IMERSÃO ENDOVASCULAR 2017

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Dezessete horas mergulhados no que existe de mais novo e atual no campo das doenças da aorta e dos membros inferiores. Assim foi o Imersão Endovascular, realizado nos dias 1 e 2 de setembro, no L´Hotel Porto Bay, com a coordenação dos Drs. Álvaro Razuk, Jong Park e Walter Karakhanian e a participação de convidados internacionais – os argentinos Drs. Elvio Demichelli e Mariano Ferreira e o americano Dr. Carlos Timaran.

Depoimentos da comissão organizadora:

“O Imersão existe há 14 anos e é um encontro dos ex-alunos e ex-residentes. Nessa edição, trouxemos três convidados internacionais, sendo que dois deles foram residentes do Dr. Juan Parodi, responsável pelos primeiros casos de endopróteses de aorta. O evento cumpriu seu papel e teve total envolvimento dos participantes.”
- Dr. Álvaro Razuk (São Paulo)

“Foi um evento duplamente recompensador: pela excelência das apresentações e discussões e também pela oportunidade de rever amigos e fazer novas amizades. Ressalto ainda o comprometimento dos participantes que, a despeito da programação científica intensa (característica de uma verdadeira imersão!), não arredaram o pé do auditório, participando ativamente durante todo o evento.”
- Dr. Jong Park (São Paulo)

“Preparamos um programa intenso com todas as discussões das doenças da aorta e dos membros inferiores. Considero destaques a história do desenvolvimento das endopróteses e o uso do gás carbônico como meio de contraste no tratamento do aneurisma de aorta.”
- Dr. Walter Karakhanian (São Paulo)

Depoimentos dos palestrantes:

“Um evento como esse é o melhor para se compartilhar conhecimentos científicos, porque amigos estão aqui falando o que dá certo nos centros de saúde onde trabalham, centros norte-americanos, europeus, na Argentina e no Brasil. Adoro contar a história da cirurgia endovascular de aorta, porque eu era um dos cinco residentes que operavam com o Dr. Parodi nos anos 90. Ele nos incentivava e exigia da gente na mesma proporção! Aprendíamos o tempo todo. Quando, há dois anos, recebemos o equivalente ao Oscar da medicina argentina, foi agradável estarmos todos juntos de novo. É um legado que servirá para sempre.”
- Dr. Elvio Demicheli (Argentina)

“Estou sempre aprendendo na vigilância de endopróteses de aorta. Acho que a questão é colocar na cabeça do cirurgião vascular que existe opção que não se restringe ao paciente renal crônico. Quando o SUS e os convênios autorizarem a fazer o exame com gás carbônico (com medicamento importado que custa cerca de R$ 250 a ampola, suporte de uma enfermeira, duas injeções e meia hora de investigação) ficará muito melhor achar o vazamento no tipo III, pois você enxerga com precisão e só fará uso de contraste nas etapas finais para terminar o procedimento.”
- Dr. Robson Miranda (São Paulo)

“Os endoleaks do tipo II são os mais frequentes porque surgem em pacientes com indicações incertas. Há várias literaturas falando para ocluí-los pela cavidade ou pelo começo de sua cavidade. Costumo usar a embolização líquido pela facilidade de controlar a inserção. Aconselho a ser o mais agressivo possível no cerco ao endoleak tipo II para conter o vazamento por mais um tempo, por que ele ressurgirá em algum momento. Outro aprendizado, dessa vez sobre insucessos no FEVAR: a técnica endovascular tem seus limites, há casos em que não dá para operar.”
- Dr. Carlos Abath (Pernambuco)

“Acabamos de operar um caso difícil em Brasília (DF), uma intervenção pela terceira vez, com objetivo de conter um aneurisma no tórax com endoleak tipo II. Você sempre se pergunta: o que faremos: manter a observação clínica, fazer cirurgia aberta, fazer a cirurgia endovascular? Como o endoleak persistia há mais de seis meses e havia luz na cavidade, optamos pelo procedimento endovascular. Fizemos uma abordagem transparietal, mas ainda não fizemos a tomografia com contraste.”
- Estudo de caso, pelo Dr. Thiago Barroso (Distrito Federal)

“Minhas considerações: 1-O planejamento nos casos complexos é absolutamente essencial. 2-Exija sempre bons recursos diagnósticos. 3-Ofereça o melhor para o paciente.”
- Dr. Edwaldo Joviliano (São Paulo)

“Quando o assunto são dicas para aneurismas justa renais: observe a qualidade de vida do paciente, uma coisa é quem tem ainda bons anos para viver e outra são os bem idosos em que as grandes chances de falhas (leaks) vão trazer necessidades de intervenções futuras. Opero muito com a P Branch® (fácil de reposicionar, flexível, compatível com diferentes configurações e tamanhos e ajustável em colos não favoráveis) tentando criar condições de uma boa fixação/ancoragem para prolongar ao máximo o tempo de uma reintervenção.”
- Dr. Carlos Timaran (Estados Unidos)

“A Imersão Endovascular reúne profissionais altamente capacitados e promove uma troca de experiência muito grande. É um evento para perguntar, discutir e escutar -, o que reflete bem a personalidade da coordenação, de saber ouvir e abordar as inovações sem conflitos de interesses. Sobre a minha apresentação, vale mencionar que temos poucas opções de tecnologias para ajudar na construção de stent ponte.”
- Dr. Pierre Galvagni Silveira (Santa Catarina)

““Na urgência, o que devemos estudar? Para estes enxertos paralelos, especialmente em colos maiores do que dois centímetros, recorro à flexibilidade do stent Viabahn para posicionamento e adaptação mais apropriados possível”.
- Dr. Marcos Martins (Bahia)

“Estou aqui pela segunda vez. O simpósio é bem abrangente e produtivo. O mais bacana é que não há certo ou errado. Cada profissional apresenta a sua experiência e discutimos as condutas.”
- Dra. Marisa Martins (Rio de Janeiro)

“Sou aluno do curso endovascular. Estou achando fantástico aprender em um clima intimista e interativo e ver ex-alunos participando ativamente, contando o que estão fazendo. É muito motivador para nós.”
- Dr. André Badran (Ribeirão Preto)

“Conteúdo excelente, formato interativo, palestrantes ilustres, de alto nível. Uma reciclagem essencial dos assuntos da especialidade.”
- Dr. Paulo Iervolino (Santos)

“É um privilégio ter a chance de aprender e discutir casos com os intervencionistas mais experientes do Brasil e do mundo. O clima descontraído também possibilita conhecer melhor os colegas e fazer novas amizades.”
- Dra. Thaizy Novaes (Rio Claro)

“A cada edição a comissão organizadora se supera. Parabéns a todos os envolvidos! Gostei muito das temáticas e das palestras, em especial, da abordagem sobre o uso do gás carbônico no tratamento do aneurisma da aorta.”
- Dra. Mirna Maia (São Paulo)

“É a minha primeira vez, estou começando o curso endovascular. Tenho muito o que aprender e é importante aprender com os melhores, com quem tem experiência para compartilhar. Quem não migrar vai ficar um médico de conhecimentos do século passado.”
- Dr. Domingos Módolo Junior (Tatuí)

“O curso da Santa Casa, que fiz em 2011, me capacitou e encorajou a começar a fazer os procedimentos. Nos Simpósios, encontro uma equipe que fala com segurança e experiência. Volto para atualizar meus conhecimentos e também rever amigos”.
- Dr. João Lucas O´Connell (Uberlândia)

“Eu participo porque os convidados são experts no que fazem, é um curso de nível muito elevado. Gosto também da abertura para discutir casos, a gente aprende em tempo integral”.
- Dra. Ana Caetano (Ijuí)

 

APOIO À ONG VAGA LUME

Neste 14º ano, também houve uma ação filantrópica na Imersão Vascular. O valor cobrado nas inscrições custeou as despesas do evento e parte será destinada à Ong Vaga Lume, que desde 2001 ajuda a criar e manter bibliotecas em comunidades da Amazônia. A organização não-governamental teve direito a um estande na área de exposição das indústrias de endopróteses para divulgar seu trabalho e oferecer assinaturas para contribuições mensais para esta obra social.

Quer saber mais? Acesse: www.vagalume.org.br

Nosso consultório

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Centro Médico Aroeiras
(Em frente ao Hospital Sírio Libanês)
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Tel: + 55 (11) 2528-8113

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